60 Segundos , ou Gone in Sixty Seconds, é um filme de ação feito em 2000 com duração de 120 minutos (duas horas, véi, sei que vocês são ruins em matemática). Não tenho certeza ABSOLUTA dessa data, mas creio que estou certo, e se acho que estou, é porque estou mesmo.
Enfim, dirigido por Dominic Sena e escrito por Scott Rosenberg, é um remake de um filme de 1974 de H.B. Halicki ….RÍ! Vocês não sabiam que era um remake, certo? Pois é, nem eu sabia até uns minutos atrás.
Filme de ação, praticamente, ação com CARROS, e ladrões. É um tipico enlatado americano com perseguições, carros explodindo, e todo mundo achando isso normal. Não que o filme seja ruim, mas eu acho que faltou algo mais….ta, o Shelby Mustang GT 500 (carro que aparece no final) fez eu ver o filme, porque é o melhor carro do mundo e não invente em dizer que não.
Sério que é um filme com o Nicolas Cage?Acho que todo mundo já viu o filme, então não tem o porque eu ficar enrolando e tentando não dar spoiler, caso alguém ainda não tenha visto.
Randall “Memphis” Raines, era um ladrão de carros, não um qualquer, um BOM. Não esses que estão arrombando seu carro nesse momento apenas para levar o rádio embora, ele roubava o carro, levava para um desmanche e conseguia o dinheiro do mês, simples assim. Enfim, o cara era bom no que fazia e a policia não conseguia pegar ele.
Quando ele achou que essa profissão estava ficando ”arriscada” demais, Memphis decidiu largar essa vida e abrir um negócio próprio, menos lucrativo mas nada ilegal, e assim seguia sua vidinha monótona sem se preocupar com nada.
Mas como todo irmão caçula é idiota, o irmão de Memphis decide (sei lá porque, acho que para ele o irmão era um herói.) seguir os mesmos passos como assaltante chinelo de carros. Não era tão bom, mas conseguia fazer algumas coisas aqui e ali. Tá certo que depois ele teve que IMPLORAR ajuda do irmão, mas isso são detalhes.
Então, o puto do caçula resolve fazer um trabalho GRANDE para um tal de Calitri, um bandidão que deve ter enriquecido com a bunda sentada enquanto outras pessoas faziam o trabalho para ele. Ele devia roubar 50 carros, não qualquer fusca 67 que ele encontrasse, tinha uma LISTA de carros que ele devia roubar, os carros tinham até codinomes frescos, maioria nome de mulher.
Mas como ele é um FRANGO que não conseguiu fazer o trabalho direito, Calitri resolve fazer o famoso ”Ou faz, ou morre”. Sabendo que não ia conseguir, ele resolve pedir ajuda ao irmão Memphis. Depois de encher um pouco ele acaba convencendo que a única solução é entregar todos os carros, o problema é o tempo, 50 carros em praticamente 1 dia, claro que não vão apenas os dois com cara e coragem roubar o carro, eles conseguem toda uma EQUIPE para fazer o trabalho. Conseguem informação de onde estão os carros necessários e pronto, saem por ai atacando o povo para pegar os carros.
Claro que não podia ser só assim, a polícia investiga o caso, e descobre que eles planejam fazer esse puta assalto, e começam a se programar para tentar pegar todos os putos. Principalmente o Memphis, já que ele é uma lenda. Tem até aquele antagonista policial clássico que é o detetive Roland Castlebeck.
Enfim, bem simples o filme, nada demais na história.
Para mim o ponto ALTO do filme é quando o Memphis vai roubar o Shelby Mustang GT 500, ou ”Eleanor”, como era o codinome. Carro do caralho, compraria um se não fosse caro, aliás, compraria se eu tivesse DINHEIRO.
A parte do roubo desse carro é o ”climax” do filme, tem toda aquela perseguição hollywoodiana, com coisas explodindo, polícia, helicópteros e todas essas frescuras mais.
É um filme bom, não daqueles que deve ir pra lista de melhores filmes do ano, mas é um filmezinho assistível. Principalmente se você gostar de carros, mas não esses carros idiotas tunados a lá ”Velozes e Furiosos”, negócio é carro antigo. E Shelby Mustang GT 500.
No elenco do filme, os putos são: Nicolas Cage como ”Memphis”, Angelina Jolie como ”Sway”, Robert Durval como ”Otto”Christopher Eccleston como Raymond Vincent Calitri, Vinnie Jones como “Sphinx” e Delroy Lindo como Detetive Roland Castlebeck.






