Editor e Redator, os idealizadores do Zoei Grandão, fizeram o favor de nos prestar uma entrevista, engrandecendo o Supositório que eles mesmos levaram. Acho que eles gostaram por causa do aumento do tamanho.
Nota: Aos leitores do AOE, gostaria de informar que estes foram os entrevistados mais peida-fino da história do Supositório, o que é irônico. Depois de horas editando a entrevista a pedido dos mesmos, só faltou um ‘Senhor Empresário, por favor… NÃO NOS PROCESSE!’. Frangos. Zoaram grandão a gente. E a culpa é minha. -théo

Bastidores
Théo: Hoje ninguém tem manicure á noite? Podemos fazer a entrevista?
Editor: Bom, fala aí qual é o lance… Se continuar com essa postura, não.
Atillah: O lance é um supositório; Supositório diliça, todo mundo adora levar.
Théo: hahaha.
Editor: Cara, não quero saber tuas predileções sexuais-medicamentosas. Isso seria uma entrevista ou uma declaração de desejos?
Théo: Você deseja saber a resposta?
Atillah: O meu único desejo é acabar com isso logo.
Editor: Por isso não. Tem um X no canto superior direito da janela.
Entrevista
Théo: Primeiramente, esta é uma entrevista séria, de puro cunho jornalístico, e sabemos que vocês gostam de uma… cunha. Reparem que a entrevista é tão séria que a piada é sem graça. Enfim, quando foi que surgiu a idéia de fazer um blog assim?
Editor: É jornal, e não blog. E sua mãe não te contou? Foi nos idos de 1966 quando vimos o Estadão postando uma receita de bolo de chocolate. Sua mãe fez e apesar da fome terrível pós-coito, o bolo tava horrível. Nesse momento resolvemos fazer algo pela imprensa nacional.
Redator: Cara, aquele bolo era muito ruim… aliás, a mãe também… 1966 foi um ano desgraçado.
Atillah: E como funciona a redação da bagaça?
Editor: Deixa o redator responder essa. O emprego dele fica em jogo pela resposta…
Redator: Todos os dias reunimos o board do ZG: é uma entidade cabacistica, disposta a romper os cabaços de todas as mães do mundo, quase uma maçonaria, só que com uma causa boa. Enfim, reunimos o board, abrimos a página da nossa agência de notícias, a Folha Online, então o redator passa a pauta do dia…debatemos, chegamos a um consenso e comemos a mãe de todos…basicamente funciona assim.
Editor: E se algum espertinho for questionar a afirmação “romper os cabaços de todas as mães”, saiba que o número de mães com “cabaço” anal é gigantesco. E quem faz a pauta é o editor, ou no caso, o novo redator que vai ser contratado.
Redator: Vejam um momento único no Supositório: alguém perdendo o emprego. Porque vossas mães perdendo as pregas já é história.
Théo: Fale mais dos… colaboradores do site. Como o Seu Madruga, por exemplo, colabora? Sim, estou com medo da resposta.
Redator: o nosso jornal é formado pelo Repórter Mano Umcincosete, o correspondente Correspondente, Marilza, nossa secretária… temos também mães, muitas mães…
Editor: Os colaboradores são eventuais, produzindo as notícias. Mas podemos falar do staff da redação, sem dúvida. Afinal o ZG é um esforço coletivo de uma equipe séria e focada com a verdade.
Redator: Hahahahah, e eu fodi todo o esquema anti-espionagem industrial. Vou ficar sem emprego mesmo…
Editor: O primeiro contratado foi Pedro Calado, logo depois da entrevista do Mano Brown no Roda-Viva, que cobrimos com exclusividade online. Pedro Calado é um mito no jornalismo; repórter estagiário, estudante de jornalismo e bobo profissional. Ele vai ser o novo Truman Capote.
Redator: Só que vai ser tão bobo quanto o Stephen Hawking. Sem aquela cadeira, é claro.
Théo: Bom, cês não vão falar do Seu Madruga mesmo, né?
Editor: Errr, o Seu madruga era o cara que pegava sua mãe antes dela conhecer a gente.
Redator: Repórter Mano Umcincosete é um mano firmeza, que veio da perifa pra dar a letra pros branco do que acontece na quebrada, tá ligado…malucão é sangue nos zóio e tá sempre na pegada da noticia.. e pegando as mãe dos mano também, porque ele é um cara firmeza.
Théo: E quando sai o primeiro processo? Já tem alguém no pé de vocês, além das fãs de 60 anos que não aguentam mais… ok, além das fãs de 60 anos.
Redator: segundo dados do Tribunal de Justiça de São Paulo, estamos mais sujos do que pau de galinheiro. Aliás, nós somos uma espécie de pau de galinheiro, onde vossas mães se equilibram, buscando um habitat mais natural.
Editor:O mais próximo que chegamos de uma ameaça de processo foi o filho do Paulo Markum assinando nosso jornal. Mas estamos mandando cartas anônimas denunciando nosso jornal para os objetos de todas as matérias.
Redator: as cartas são preparadas por Marilza, ela é PhD em cartas seqüestro. Quando o Guttemberg pensava em imprimir qualquer coisa Marilza já fazia cartas seqüestro.
Editor: Ela recorta as letras de todos esses “veículos” de imprensa marrom que rodam por aí, como a folha, estadão, veja, carta capital e outras.
Redator: dai descobrimos que a carta sequestro serve também para denúncia.
Redator: o Calado sugeriu cortar do AOE. Mas ele teve problemas com a tesoura e o monitor.
Editor: Mesmo porque o computador do Calado é uma TV Telefunken preto e branco e uma Remington velha. E ele jura que navega na internet com isso.
Théo: q
Atillah: Nós percebemos que nenhum nome aparece no expediente do ZG. O Redator e o Editor são a mesma pessoa? Ou eles apenas possuem uma relação íntima entre si?
Redator: Bom, dividimos sua mãe… mas isso não tem nenhuma conotação intíma…porque faz parte de uma empresa S.A., como a ZG Corp Inc. S.A. Ltda…
Editor: Meu nome de batismo é Editor E Editor e a única relação que tenho com o redator é exatamente essa que ele falou. Ele normalmente pega a sua mãe depois de mim.
Redator: Hierarquia e tal… Apesar de sermos um veículo de imprensa único, buscamos manter alguns dogmas empresariais. Como comer as vossas mães, por exemplo.
Théo: Cês se pegam ou a frase do Editor só foi mal formulada? Ok, eu não quero saber. Próxima pergunta.
Editor: Eu pego a tua mãe, depois que eu canso ele pega, Théo.
Atillah: eu devo dizer que aprecio o esforço dos caras em fazer novas piadas com mães, um assunto já tão explorado anteriormente.
Théo: Nostalgia, cara. Velhos tempos de quinta série que essas piadas davam certo.
Editor: Péssimo. Jura que vocês vão querer fazer piadinhas?
Atillah: Os caras podem não ser os baluartes do jornalismo, mas com certeza são os guardiões das piadas com mãe.
Redator: E guardiões das mães, é claro.
Théo: Hahahah, boa.
Redator: Mas enfim, se vocês soubessem ler e tal, veriam que o ZG é um jornal “a serviço da sua mãe”, então fica meio estranho falarmos de pelota basca, ou então da revista G Magazine, assunto que os senhores apreciam.
Atillah: A troca de layout para essa coisa completamente monótona que vocês têm hoje fez com que muitos leitores fossem perdidos? Orra, o Lula apontando pro próprio umbigo era do caralho.
Editor: Sério? Você acompanha a nossa visitação diária? Não sabíamos que tínhamos um fã tão alucinado.
Atillah: Eu só gostava de olhar o umbigo.
Editor: Tão alucinado que não sabe que a visitação cresceu exponencialmente depois do novo layout.
Atillah: Mesmo sem umbigo?
Atillah: As notícias sempre são fechadas com alguma citação sobre a mãe de alguém. Por que essa fixação em xingar a mãe dos outros? Vocês não têm mãe?
Editor: Sim, temos, todas… Agora há pouco mesmo uma acabou de sair aqui de casa.
Redator: É como We are the World, só que com mães. Com os gemidos e tudo.
Atillah: Em meio a tantas noticias esdrúxulas e potencialmente humorísticas, como vocês definem a linha editorial do ZG? As notícias são escolhidas por nível de piada ou por relevância para a crítica social que vocês pretendem fazer? HAHAHAHAHAHHA “crítica social”…
Editor: Piada? Que piada? Nós fazemos jornalismo sério e profissional. Simplesmente apagamos as “mentiras” da imprensa convencional e colocamos a verdade nua e crua pros nossos leitores. Não temos culpa da verdade ser engraçada…
Redator: Aliás, não é a única coisa nua na redação. As mães também ficam nuas.
Atillah: Como tem sido a recepção dos leitores a um site que mistura política com humor? Vocês acharam que isso ia dar certo no começo? E quando viram que não deu certo, vocês pensaram em se matar?
Editor: Como assim. Sua mãe dá certinho todas as terças e quintas.
Redator: E sextas e segundas. Esse porra desse kassab mantém o rodízio, tem que ser assim.
Editor: Quanto á recepção nós escrevemos um jornalismo verdade para leitores alfabetizados e com cérebro. Isso impede é lógico que o Lula acompanhe o noticiário. Mas o feedback tem sido ótimo.
Atillah: Vocês falam muito em comer mãe, mas por que não tem mulher pelada no ZG? Eu acho que elevaria a qualidade geral do site.
Redator: Complexo de Édipo? É sua mãe, cara…isso é muito freak.
Editor: Porque você não pergunta pra folha porque ela não publica mulheres peladas na primeira página? Nós não somos a playboy, apesar da maioria dos nossos leitores serem punheteiros. Sabe como é, temos informações privilegiadas direto das progenitoras.
Atillah: As perguntas acabaram, mas eu queria dizer que o maior mérito dessa entrevista é quebrar todos os recordes anteriormente estabelecidos de piadas com mães por centímetro digitado. Théo, quer dar a deixa pra mais alguma piada com mães? Os caras tão no pique.
Théo: Ahn… não.
Editor: Ué, vocês esperavam o quê?
Atillah: Eu realmente não esperava menos. Nem mais.
Théo: Eu não esperava nada.
Redator: Eu esperava que vocês compreendessem. E que não nos chamassem mais de “pai”.









