Mas sem generalizar, claro.
Porque brasileiro não nasceu pra fazer Rock. Demora muito pra cair a ficha: Moramos no país que pára em época de carnaval. Rock não tem espaço no Brasil.
Os anos 80 e o começo dos 90 foram o começo e o fim do Rock por aqui. Bandas fenomenais como Plebe Rude, Ultraje a Rigor, Titãs, Paralamas do Sucesso, e também as ruins como Barão Vermelho, Legião Urbana e Capital Inicial, entre poucas outras, foram pioneiras no estilo. E sempre se ferravam pra conseguir levar o som deles pro maior número de ouvidos possível, afinal, por mais que fosse o “som da vez”, brasileiro não engole fácil esse tipo de música. E a coisa só começou a piorar quando vieram os anos 90.
Todo mundo morreu. Ou pelo menos boa parte. Agora, mais do que nunca, a mídia começou a investir no Rock. Quer ficar famoso? Então faça o que eu mando. Como todo aquele papo de censura, repressão e o caralho a quatro foram pro saco, o brasileiro parou de pensar e começou a gostar mais de músicas bestas: O auge do PAGODE, o início de uma nova era. O que era uma banda de Rock perto d’Os Travessos? Era… ruim. Aliás, Titãs gravando com Terra Samba foi a PROVA de que o Rock não ia dar certo por aqui. Titãs já era, por sinal. Cadê toda aquela essência e rebeldia do começo da carreira? Foram embora, e no lugar veio a grana. É muito melhor fazer baladinhas e músicas “aceitáveis” do que fazer Rock, a não ser que você queira fazer sucesso no exterior.
Agora, você discorda que o Rock aqui não dá certo? Então vamos argumentar. Quantos festivais de Rock extremamente conhecidos temos por ano? E de axé? Nem o Rock in Rio é mais conhecido que o Carnaval, aliás. Rock in Rio? Sim, aquele espetáculo que não é mais apresentado no Brasil pelo fato de que esse tipo de show não dá certo por aqui.
Agora, voltando ás bandas, algumas quiseram inovar e outras estragaram tudo de vez. Eu diria que a pior banda de todos os tempos é Mamonas Assassinas. Apelativos, sem graça, ruins e… aceitáveis para a nossa cultura. E conforme a mídia vai influenciando, algumas bandas vão sendo destruídas com o tempo. Titãs é a maior prova disso e, quem quer falar de Charlie Brown Jr?
Quando alguma banda internacional vem pra cá todo mundo faz a festa, afinal, não temos nenhuma banda brasileira á altura das gringas. ERRADO, temos muitas, mas ninguém quer divulgar elas quando se tem o grupo Calcinha Preta ai. E, pra derreterem cada vez mais o cérebro da nossa querida nação, a Coca tá ai. Babado Novo com CPM 22? Eles conseguiram juntar duas bandas ruins pra fazer um estilo pior ainda, e o que aconteceu? Foi mágico pra muita gente. E quem saiu ganhando foi o CPM 22.
Conversando com o Prosopopeio, colunista de games aqui do site, ele me deu a idéia de… dar idéias pra Coca. Sinceramente, eu só soube de essa mistura que acabei de citar, então não reparem se eu falar merda - até porque a idéia é essa. Vamos ás misturas:
- Simoninha com Charlie Brown Jr, o gênero mais cult da música brasileira.
- Caetano Veloso com Detonautas, vai mudar seu conceito sobre “música de macho”.
- Toni Platão com Fresno, o maior romantismo mela cueca de todos os tempos.
- Zeca Pagodinho com Sepultura, porque metal is a lie.
- Bruno & Marrone com Ultraje a Rigor, porque ainda falta estragarem essa banda.
- Tim Maia com Renato Russo, porque os mortos também merecem uma chance.
Não é atoa que, aqui em São Paulo, duas rádios que só tocavam Rock hoje em dia tocam de tudo. Temos 2 rádios “Rock” por aqui no meio de 502 rádios de Pagode e 6784 rádios piratas evangélicas. É por isso que não temos um Foo Fighters, por exemplo, não há espaço. Não é a cara do brasileiro.
Então, quando seu pai vier com essa história de “Você devia ouvir mais coisas do nosso país…”, fala pra ele que ele não entende NADA de música. Se trata de uma questão de qualidade, e não temos bandas boas no Brasil pelo simples fato de que não há espaços pra elas por aqui. Repito: Existem bandas boas, mas elas não têm espaço para terem seu trabalho reconhecido pelo público. Não fazem festa na gringa quando uma banda de Rock brasileira vai pra lá e não por causa de preconceito, mas se trata de divulgação. Veja Sepultura, por exemplo, o maior exemplo de que a gente serve pra alguma coisa: Os caras faziam sucesso no exterior. Porque lá fora que pedem esse tipo de som. Aqui o que faz sucesso é axé, funk, pagode, mpb, é essa a cultura.
E aposto que você é Chicleteiro.
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31 comentários
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Chicleteiro eu, chicleteira ela…
Bah, tava indo bem até a hora que você falou mal de Mamonas.
Seu HEREGE!
CoN
22/08/07 | 10:06 am |
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Caraleos, você falou mal do Mamomas e do Barão! Pô, o Cazuza no Barão era foda, mas solo sucks! =P
Júlio
22/08/07 | 10:40 am |
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”Rock em rio lisboa em madri” aehaehea, é onde foi o do ano passado, enfim.
TODAS, as bandas boas daqui ou duram somente UM ano (algumas até DOIS) no completo ANONIMATO, fazendo shows em qualquer buteco que pague bem.
As que conseguem durar mais é porque foram para fora.
Sepultura, Krisiun, Angra, Shaaman e etc…
NM
22/08/07 | 1:01 pm |
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Cara, verdade q se escuta qualquer coisa… é uma puta bosta.
Ah! Mamonas é mais gosto pela infancia q vc cantava sacanagem q pela propria musica dita.
E… Ah sim, temos o vestimal de rock no NORDESTE! Suuuuuuuper famoso!
Friederichs
22/08/07 | 9:14 pm |
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concordo contigo, infelizmente
Bel
22/08/07 | 9:27 pm |
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Até hoje eu me amarro no “Débil Metal”, tem um puta solo aquela música.
O Krisiun teve que sair do brasil primeiro pra entrar de novo, porque a cena do Death na argentina já era bem estabelecida, eles foram lá, ganharam uma nota e voltaram… Quase todas as outras bandas brasileiras seguem um padrão parecido(Angra, Korzus, Dr. Sin), ou então simplesmente são extremamente pobres, desconhecidas e os integrantes se viram pra viver de outra coisa e fazem música por prazer (Tuatha de Dannan, Bruto)
Pera, eu disse o mesmo que o NM?
V
23/08/07 | 2:13 am |
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Na verdade, tem algumas coisas aí que eu discordo mesmo DEPOIS de ler o post inteiro. Primeiro porque a idéia dos Mamonas foi bem legal, zoar com as músicas que faziam sucesso na época. E eles se deram bem com isso.
Dito isso, eu já discordo de você sobre não ter coisa boa aqui e sobre nego no exterior não fazer a festa quando brasileiro vai pra lá. Porra, até o Hermeto Paschoal, que é DOIDÃO, empolga a negada lá de fora. O Brasil, assim como todo o resto da américa, tem a sorte de ter se misturado com a música africana, pegando as idéias cabulosas que os caras tem pra ritmo. Fora isso, o povo por aqui tem uma facilidade enorme em misturar as coisas (não, não tô falando da veadagem da coca-cola. Coca é coisa de veado). O que acontece são duas coisas. A primeira é que só se divulga música ruim no brasil. A segunda, que contribui pra primeira, é que as pessoas tentam FORÇAR pro brasil todo que a cultura daqui é só São Paulo e Rio. Porra, São Paulo e Rio não são PORRA NENHUMA. É só um bando de otário que prefere copiar os estrangeiros a criar alguma coisa decente. A maior contribuição dessas merdas pro brasil foram a bossa nova e o samba. E o RESTO do brasil, véi? Ce tem catira, baião, maracatu, uma porrada de bagulho diferente e do caralho por aqui.
Capitão Piratão
28/08/07 | 7:14 pm |
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@Capitão Piratão
Dito isso, eu já discordo de você sobre não ter coisa boa aqui e sobre nego no exterior não fazer a festa quando brasileiro vai pra lá. Porra, até o Hermeto Paschoal, que é DOIDÃO, empolga a negada lá de fora.
Orra, eu não disse isso.
E, sobre o resto do seu comentário, foi exatamente o que eu disse. Tá no quinto e no sexto parágrafo.
théo
28/08/07 | 8:55 pm |
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Cara, seu desejo por uma banda de ROCK aqui na terra do carnaval será realizado…
Conta comigo… tô disposto a mudar essa merda desse quadro… e espero estar conseguindo…
tô esperando terminar as novas gravações pra junto com a demozinho que a gente soltou no mundo agora no primeiro semestre eu já te mandar tudo que a banda tem de som…
Vc vai achar muito bom, parecidíssimo com Mamonas Assassinas…
)ehe(
Xuxão Lennon
31/08/07 | 11:47 am |
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po cara ate que vc tem umas ideias interessante so que descordo de vc
so por um motivo .dizer que os mamonas eram sem graca ? vc so pode ser viadinho ou um cusao.
por que vc e um doido dizendo isso ai …….
dinho
03/10/07 | 3:20 pm |
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concordo com quase tudo! é que as bandas brasileiras daqui, começaram tão bem nos anos 80, mais com o passar dos anos, os caras desistem da banda, ou então vai mudando de estilo de pouco a pouco. É o que acontece com engenheiros, os caras so fazem musica acústica agora, são uns bosta mesmo. Começam eles, todos novinhos, com sede de rock ( anos 80) conseguem a fama e depois desistem. Realmente! Brasil não é o lugar De rock’n roll.
boca de lixeira
09/11/07 | 12:27 pm |
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São bem difentes dos roqueiros americanos, tipo: Stive tyler,Migue jaguer etc, os caras tão na banda desde os anos 60, e os daqui, tipo os da jovem guarda, roberto Carlos etc, parecem que esqueceram o que é rock’n roll, mais eu acho que eles nem se quer começaram a gostar.
boca de lixeira
09/11/07 | 12:31 pm |
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Funk, pagode, axé, tá certo, aqui as pessoas gostam é disso mesmo… e paciência!!
Agora, na minha opinião o Brasil não tem uma banda do porte do Foo Fighters, como citado, primeiro porque realmente não há um mercado vasto no Brasil pra esse tipo de música, mas, principalmente, esse não é o estilo do brasileiro que faz rock, ou melhor, porque esse não é o estilo do rock brasileiro.
Não tem rock no Brasil assim como é meio difícil ter samba nos States. Questão de cultura.
O rock do Brasil tem uma identidade forte, marcada pela presença, mesmo que latente, de uns genes bossa nova, samba, de ritmos regionais. Rock brasileiro tem mais letra. Mesmo bandas com músicas bem ruins, como Engenheiros do Havaí, pra falar das antigas, e Pitty, pra falar de agora, tem letras boas. E se quiser identidade mesmo, podemos citar manguebeat, ouvido e reconhecido no mundo todo.
O Sepultura foi uma banda que deu certo lá fora porque faz uma música que é mais ouvida lá fora, e não porque não é reconhecida no Brasil.
E outra, o Brasil não trata bem seus músicos, sua música, sua cultura. Nossa música faz sucesso lá fora entre os melhores. Rockeiros lá de fora escutam MPB e gostam, dão mais valor do que a gente aqui. Brasileiro que tem essa mania de menosprezar a própria cultura, e produzir sub-cópias da cultura norte-americana, por exemplo. Aí a gente é obrigado a escutar as Wanessas, as Kellys, os KLBs da vida, fazendo pop de 98 até hoje, ou então, os NXZero’s, Detonautas, e essas novas Beyoncès e sei lá mais o quês da vida na rádio o dia todo.
Falando sério, mesmo detestando, eu respeito muito mais os Calypsos, o funk carioca, o axé, o sertanejo e seus seguidores. Antes esse tipo de alienação. Quem gosta disso gosta mesmo, não fica por aí procurando o que é modinha. Ouvindo Hip Hop americano achando que a Fergie é a melhor cantora do mundo.
Tudo bem que eu comecei em agulha e terminei em Via Láctea, mas… tá comentado.
Ah, e Mamonas era ruim mesmo. Muito ruim, mas era engraçado demaiss.
EE… ahuahau, ninguém lê post grande mesmo.
Letícia
12/11/07 | 3:54 pm |
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@Letícia
Ahn… isso foi um resumo do que eu disse?
théo
12/11/07 | 6:10 pm |
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hauahuauah
ah! mais ou menos, vai…
¬¬
é, acaba sendo a mesma coisa, mas de um outro ângulo
tudo bem, eu me excedi…
empolgação, sabe como é…
Letícia
15/11/07 | 10:31 am |
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@Letícia
Hahaha, certo, então você CONCORDA comigo. Eu discordaria.
théo
15/11/07 | 2:17 pm |
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AaaahhaaH
Não posso dizer que concordo… e nem você diria se lesse o comentário direito…
Você critica e eu defendo, mas nós concordamos em um ponto:
“brasileiro não nasceu pra fazer Rock”
Mas para mim, o rock brasileiro só é DIFERENTE do rock internacional no geral, o que não o torna INFERIOR, mas ORIGINAL, ao contrário de você.
Letícia
15/11/07 | 3:56 pm |
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@Letícia
Funk, pagode, axé, tá certo, aqui as pessoas gostam é disso mesmo… e paciência!!
Agora, na minha opinião o Brasil não tem uma banda do porte do Foo Fighters, como citado, primeiro porque realmente não há um mercado vasto no Brasil pra esse tipo de música, mas, principalmente, esse não é o estilo do brasileiro que faz rock, ou melhor, porque esse não é o estilo do rock brasileiro.
Não tem rock no Brasil assim como é meio difícil ter samba nos States. Questão de cultura.
“Moramos no país que pára em época de carnaval. Rock não tem espaço no Brasil.”
“Bandas fenomenais como Plebe Rude, Ultraje a Rigor, Titãs, Paralamas do Sucesso, e também as ruins como Barão Vermelho, Legião Urbana e Capital Inicial, entre poucas outras, foram pioneiras no estilo. E sempre se ferravam pra conseguir levar o som deles pro maior número de ouvidos possível, afinal, por mais que fosse o “som da vez”, brasileiro não engole fácil esse tipo de música.”
“É por isso que não temos um Foo Fighters, por exemplo, não há espaço. Não é a cara do brasileiro.”
“Se trata de uma questão de qualidade, e não temos bandas boas no Brasil pelo simples fato de que não há espaços pra elas por aqui. Repito: Existem bandas boas, mas elas não têm espaço para terem seu trabalho reconhecido pelo público. Não fazem festa na gringa quando uma banda de Rock brasileira vai pra lá e não por causa de preconceito, mas se trata de divulgação. Veja Sepultura, por exemplo, o maior exemplo de que a gente serve pra alguma coisa: Os caras faziam sucesso no exterior. Porque lá fora que pedem esse tipo de som. Aqui o que faz sucesso é axé, funk, pagode, mpb, é essa a cultura.”
O rock do Brasil tem uma identidade forte, marcada pela presença, mesmo que latente, de uns genes bossa nova, samba, de ritmos regionais. Rock brasileiro tem mais letra. Mesmo bandas com músicas bem ruins, como Engenheiros do Havaí, pra falar das antigas, e Pitty, pra falar de agora, tem letras boas. E se quiser identidade mesmo, podemos citar manguebeat, ouvido e reconhecido no mundo todo.
O Sepultura foi uma banda que deu certo lá fora porque faz uma música que é mais ouvida lá fora, e não porque não é reconhecida no Brasil.
“Bandas fenomenais como Plebe Rude, Ultraje a Rigor, Titãs, Paralamas do Sucesso, e também as ruins como Barão Vermelho, Legião Urbana e Capital Inicial, entre poucas outras, foram pioneiras no estilo. E sempre se ferravam pra conseguir levar o som deles pro maior número de ouvidos possível, afinal, por mais que fosse o “som da vez”, brasileiro não engole fácil esse tipo de música.”
“Se trata de uma questão de qualidade, e não temos bandas boas no Brasil pelo simples fato de que não há espaços pra elas por aqui. Repito: Existem bandas boas, mas elas não têm espaço para terem seu trabalho reconhecido pelo público. Não fazem festa na gringa quando uma banda de Rock brasileira vai pra lá e não por causa de preconceito, mas se trata de divulgação. Veja Sepultura, por exemplo, o maior exemplo de que a gente serve pra alguma coisa: Os caras faziam sucesso no exterior. Porque lá fora que pedem esse tipo de som. Aqui o que faz sucesso é axé, funk, pagode, mpb, é essa a cultura.”
E outra, o Brasil não trata bem seus músicos, sua música, sua cultura. Nossa música faz sucesso lá fora entre os melhores. Rockeiros lá de fora escutam MPB e gostam, dão mais valor do que a gente aqui. Brasileiro que tem essa mania de menosprezar a própria cultura, e produzir sub-cópias da cultura norte-americana, por exemplo. Aí a gente é obrigado a escutar as Wanessas, as Kellys, os KLBs da vida, fazendo pop de 98 até hoje, ou então, os NXZero’s, Detonautas, e essas novas Beyoncès e sei lá mais o quês da vida na rádio o dia todo.
“Quando alguma banda internacional vem pra cá todo mundo faz a festa, afinal, não temos nenhuma banda brasileira á altura das gringas. ERRADO, temos muitas, mas ninguém quer divulgar elas quando se tem o grupo Calcinha Preta ai. E, pra derreterem cada vez mais o cérebro da nossa querida nação, a Coca tá ai. Babado Novo com CPM 22? Eles conseguiram juntar duas bandas ruins pra fazer um estilo pior ainda, e o que aconteceu? Foi mágico pra muita gente. E quem saiu ganhando foi o CPM 22.”
Falando sério, mesmo detestando, eu respeito muito mais os Calypsos, o funk carioca, o axé, o sertanejo e seus seguidores. Antes esse tipo de alienação. Quem gosta disso gosta mesmo, não fica por aí procurando o que é modinha. Ouvindo Hip Hop americano achando que a Fergie é a melhor cantora do mundo.
“Quando alguma banda internacional vem pra cá todo mundo faz a festa, afinal, não temos nenhuma banda brasileira á altura das gringas. ERRADO, temos muitas, mas ninguém quer divulgar elas quando se tem o grupo Calcinha Preta ai. E, pra derreterem cada vez mais o cérebro da nossa querida nação, a Coca tá ai. Babado Novo com CPM 22? Eles conseguiram juntar duas bandas ruins pra fazer um estilo pior ainda, e o que aconteceu? Foi mágico pra muita gente. E quem saiu ganhando foi o CPM 22.”
Você concorda comigo.
théo
15/11/07 | 4:49 pm |
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¬¬
Já disse que concordo parcialmente e também em que termos discordo.
Letícia
15/11/07 | 11:34 pm |
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@Letícia
Mas eu acabei de PROVAR as semelhanças, véi.
théo
16/11/07 | 12:30 am |
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Nem precisava, eu não neguei as semelhanças!
Só que DISCORDO de você porque não acho o rock brasileiro uma merda, não concordo que não temos bandas boas só porque o som delas não é similar ao dos Foo Fighters e não tem a mesma projeção, e se o rock nacional não tivesse espaço no Brasil, shows não lotariam e ninguém saberia letras como Faroeste Cabloco de cor e salteado.
No mais, Théo, sim, eu CONCORDO com você.
Findo?
Letícia
16/11/07 | 11:16 am |
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@Letícia
“Os anos 80 e o começo dos 90 foram o começo e o fim do Rock por aqui. Bandas fenomenais como Plebe Rude, Ultraje a Rigor, Titãs, Paralamas do Sucesso (…)”
“Repito: Existem bandas boas, mas elas não têm espaço para terem seu trabalho reconhecido pelo público.”
théo
16/11/07 | 2:48 pm |
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¿ ?
Théo, qual é o seu objetivo, afinal?
Essa discussão já está ficando incoerente…
Letícia
16/11/07 | 7:49 pm |
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É realmente bandas como o sepultura, krisium etc fazem mais sucesso lá fora, os caras são obrigados a cantar inglês pra poser fazer sucesso. E tmb concordo que os anos 80 e os anos 90 foram o começo e o fim rock nacional. Na minha opinião a única banda de rock nacional que eu ainda respeito é o ratos de porão, alguém concorda?
Boca de lixeira
17/11/07 | 8:13 pm |
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@Letícia
Ela começou incoerente porque você interpretou mal o texto, em momento algum eu generalizei falando que o Rock brasileiro é ruim. O título não é o texto.
@Boca de lixeira
João Gordo não merece respeito, sinceramente.
théo
18/11/07 | 5:32 pm |
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Uma série de mal entendidos então.
OK, que seja.
Letícia
18/11/07 | 10:19 pm |
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tudo bem que o gordo num mereça respeito, mais as músicas sao muito loka, ou vc nao gosta de punk rock?
Boca de lixeira
19/11/07 | 11:51 am |
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@Boca de lixeira
Sim, o som é bom, tenho um cd deles.
théo
19/11/07 | 12:48 pm |
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então! o importante é a musica, nao aquele gordo marrento, só acho que ele deveria ter feito uma musica daqula briga que ele teve com o viadinho do dado dolabella, ia ficar da hora, do geito que o gordo é.
Boca de lixeira
20/11/07 | 3:28 pm |
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eu acho que mesmo com a falta de apoio da midía, ainda a um pequeno espaço pra BOAS bandas de rock nacional se desenvolverem.
não raramente, eu descubro bandas legais no TramaVirtual ou no GaragemMP3 e apesar de algumas vezes a qualidade da gravação não ser exatamente uma maravilha, eu geralmente tenho surpresas bem agradaveis.
uma coisa que eu notei é que apesar de PORCARIAS aparecerem no eixo rio-são paulo - a.k.a. mainstream -, o sul meio que se salva desse monte de merda que é o “rock conteporanêo brasileiro”. eu poderia encher de links aqui e recomendar trocentas bandas, mas vou me ater a uma só que eu acho que representa mais ou menos o que eu estou falando. a banda se chama “faichecleres”, ai vai o link pra pagina da banda no trama:
e sejam bem vindos ao !
e sim, eu sou gaúcho.
veado é o puto do seu pai.
doug.
25/11/07 | 2:49 pm |
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Mas tem que lembrar das exceções: Krisiun, Sepultura, Angra, Shaman e até mesmo Jota Quest, Skank e outra bandas de sucessos momentâneos (se for só levar em conta Massacration, Ratos do Porão ou Matanza, não somos do do rock mesmo)
srgiost
15/03/08 | 10:51 pm |
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