Como se a vida já não fosse ruim suficiente, me vem agora essa: minha coluna cai logo no dia do maldito natal. Pois bem, seus putos! É natal que vocês querem? Eu vou enfiar natal no rabo de vocês todos, como se fosse um enorme vibrador, até sair pelos seus ouvidos, isso sim!
Não precisa nem começar dezembro pra nego tentar empurrar essa história ridícula de espírito natalino pra cima de todo mundo. Espirito natalino o meu caralho enrijecido, seus doentes! O natal não passa de uma grande festa profana pra satisfazer os desejos nefastos da escória da sociedade. Porque cacete, é nessa época que o mundo todo conspira pra transformar toda a humanidade numa grande massa imbecil de amor cego. E não, eu não estou criticando o amor, muito menos todo aquele sentimento de união que vocês bichonas juram pelos seus deuses que existe no fim de ano. Eu simplesmente questiono a veracidade dos dois. Porque me soa demais como… com mil demônios encaralhados, eu não consigo achar termo melhor do que pura putaria pra descrever esse tal espírito natalino. Quer dizer, seu cunhado estuprou seu pai no meio do ano, o que fez com que vocês não se falassem mais, e, agora, em nome do espírito de natal você o convida pra comer peru na sua casa e trocar presentinhos? Vá tomar no seu cu, porra! Sua existência me dá nojo.
E tudo isso por quê? Por causa do suposto dia em que jesus nasceu. Mas espera, a porra da contagem dos anos já não devia marcar o caralho do nascimento do barbudo? Não devia não, seus filhos duma puta? Pois é, é esse diabo desse natal começando a questionar a sua inteligência. E, claro, você falhou miseravelmente. Se o hippie nasceu dia 25, vocês comemoram o quê, todo ano que começa? A circuncisão de Cristo? Faz até bastante sentido, aliás. Bichonas como vocês só podiam comemorar pinto, mesmo.
Claro que a coisa tá longe de terminar. Essa época maldita ainda vai zombar da sua ineficiência mental milhares de vezes, e você nem vai reparar. Cacete, olha as MÚSICAS de natal, porra!
“Botei meu sapatinho/ Na janela do quintal
Papai noel deixou/ Meu presente de natal
Como é que Papai Noel/Não se esquece de ninguém?
Seja rico ou seja pobre/O velhinho sempre vem”
Sua capacidade mental já é duramente questionada no começo da música. Agora nós vivemos num mundo completamente psicodélico, onde os quintais tem janelas. Flutuantes, provavelmente. Claro que você nem sabe o que é um quintal, já que você só desgrudou o olho dessa tela ridícula o ano todo pra virar ela pra outra tela mais ridícula ainda. Mas isso é história pra outro dia. Falemos agora do velhinho. Pois é, esse aí mesmo, que um coro de crianças alerta insistentemente que sempre vem, toda vez que chega o natal. Não que se espere muito de um cara que passa a maior parte do ano isolado numa cabana no meio do polo norte, tendo só veados e um bando de anões operários como companhia. O quê? Você se sente ofendido porque eu mancho a imagem do bom velhinho? Bom velhinho uma pinóia, maluco! Essa história de papai noel é o maior exemplo de pedofilia que o mundo já viu!
Tente pensar como um pedófilo, véi. O que é o natal? Chance pra você se arrepender dos seus pecados, juntar a família e meter a boca no peru? Claro que não, porra! É a única chance no ano todo que você vai ter de abusar de crianças na frente dos pais dela, e eles ainda vão ficar felizes com isso. Você tem que ser muito imbecil pra deixar seu filho sentar no colo dum papai noel de shopping, cara! O cara tá lá, geralmente acompanhado por duas belas mulheres seminuas e sorridentes, e mesmo assim só quer saber de botar o SEU FILHO no colo? E aquela história de “só bom menino ganha presente”, então? Pura chantagem, seu mané! O cidadão tá lá, roçando a piroca na sua filhinha e oferecendo uma barbie de natal pra ela se ela ficar quietinha, e você… ri. Aí eu te pergunto: quem é que compra a merda da barbie? Quem, porra? Pois é, o trouxa aqui é só você.
Como se essa onda de pedofilia legalizada e essa porra toda de falsa união não fossem o bastante, nego ainda tenta usar o natal pra se expiar dos próprios pecados. É campanha de ajuda aos necessitados pra tudo que é canto. Vem maluco toda hora pedindo dinheiro, agasalho, comida, sexo, cachaça e vida mansa. E você, claro, dá. Grande merda, como se você não continuasse ignorando o mendigo jogado na rua toda vez que você vai pro trabalho. Como se você parasse de fingir que não viu o engraxate que tentou te chamar a atenção na hora do almoço. Porra, então só porque você deu um dinheirinho pra uma organização picareta você de repente virou um cidadão de bem, cheio de consciência social, que ajuda o próximo? Pois bem, ó bom samaritano, eu espero que o próximo mendigo que você ignorar te rasgue a jugular com uma navalha enferrujada. Que o seu corpo sangrento mutilado no chão da praça sirva como a ceia de natal pra horda de pessoas que você ignora todos os dias. E que a sua carcaça vazia apodreça por dias na rua, irreconhecível, longe de qualquer túmulo que traga um pouco de dignidade ao seu nome.
Pensar no natal me dá ânsia de vômito, e pensar em vocês só piora as coisas. Pra mim já chega, podem voltar ás festividades. Sintam-se livres pra adorar um gordo inválido ridículo que trabalha uma vez por ano molestando crianças e fazendo propaganda pra coca-cola.
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