Ok, último dia e RODADA DE FOGO no Supositório desse mês. Sem direito a réplica, sem direito a mimimi e a escolher perguntas, Théo versus Atillah, uma pergunta e uma resposta de cada lado.

Mayweather vs. De LaHoya. Crássico.
Théo (P): Cara, particularmente, eu não gosto de entrevistar as pessoas com você. Principalmente depois daquela sua pergunta mal planejada para a Dani, que ficou por minha responsabilidade e eu acabei sendo OWNADO. Tudo bem, é a Dani, dá até gosto ser zoado por ela. Mas porra, falaí: Você queria posar na Playboy com ela. Então, já fez a operação?
Atillah (R): Não cara, eu não gostaria de posar com a Dani. Eu gostaria é de “pousar” sobre aquele lombo absolutamente alucinante, principalmente depois de saber da boca da própria Dani que não foi utilizado photoshop. E o que você quer dizer com “pergunta mal-planejada”? Aquela polêmica toda só aconteceu porque, obviamente, todo mundo já suspeita da sua sexualidade, e utilizaram a pergunta para esclarecer essa dúvida que todo mundo tem sobre você. Que culpa tenho se você emite vibrações transexuais e as pessoas sentem isso até por msn?
Atillah (P): Eu também odeio fazer essas entrevistas com você mano. Quando as pessoas sabem que você vai participar, elas simplesmente VAZAM do msn, vide o que aconteceu com o Luke, e eu tenho que ficar mandando presentes pra que elas “por favor” participem das entrevistas. Por que geral te odeia tanto cara?
Théo (R): Cara, as pessoas não me odeiam, elas simplesmente me evitam. Eu odeio elas, sempre deixo isso bem claro. O fato é que o Luke está na minha lista de… amigos. O cara ficou offline no MSN na hora da entrevista, e o Raphs quem fez o intercâmbio. A REAL pergunta é: q
Théo (P): Sinceramente, pra você, qual entrevistado ficou abaixo da sua expectativa? Todas as entrevistas são boas graças a nós, claro, mas fala aí: quem te broxou?
Atillah (R): A entrevista do KID me broxou um pouco. Notava-se claramente que o cara estava ocupado com outras coisas, e se não fossem as nossas piadas absolutamente brilhantes e o fato de você expressar sua fantasia de se tornar a Mari Moon (olha a transsexualidade aí de novo), acho que a entrevista teria sido uma bosta fumegante e eu teria vetado sua publicação. Aliás, queria dizer de novo que eu comeria a Mari Moon, mesmo se VOCÊ fosse ela.
Atillah (P): Todo mundo sabe que você é marceneiro. O que é um trabalho muito digno, na minha opinião, pois o pai de jesus também era. Só não é mais digno porque VOCÊ é um marceneiro, claro. Então, em uma pergunta profissional, que parte do seu trabalho você prefere:
a) Quando o pau cai na sua mão, ainda bruto, pra ser trabalhado e alisado?
b) Quando o pau está sendo colocado de um lado pra outro, manipulado até que se torne um banquinho ou outra coisa pra você sentar em cima?
c) Ou quando ele já está acabado, envernizado e seco, pronto para ser utilizado?
Tente responder sem detalhes homossexuais.
Théo (R): Eu não prefiro, agora estou trabalhando com a Ale. Mas eu sempre deixava o pau NO ESQUEMA, satisfazendo nossos clientes. Também é obrigatório citar que eu também deixei o pau NO ESQUEMA antes de cada um do site fazer parte da equipe, assim todo mundo soube o que estava por vir. E por entrar. E por esfolar. Vocês se saíram tão bem que LEVARAM o Supositório numa boa neste mês, cês realmente estão muito… relaxados, assim por dizer. Eu não sou mais marceneiro, mas ainda tem pau pra todo mundo.
Théo (P): Cê ficou encarregado de entrevistar gamers, sozinho, em uma das edições do Supositório. Como é fazer uma entrevista e não poder falar sobre sexo?
Atillah (R): É natural não falar sobre sexo pra mim e me sinto muito confortável com isso pois, ao contrário de você, eu prefiro fazer do que falar.
Atillah (P): O Santhyago me mostrou algumas fotos do seu aniversário no bar, e depois de ver sua pessoa fiquei com uma dúvida: o que foi que o Harry Potter fez de tão mal na outra encarnação pra nascer parecido com você nessa?
Théo (R): Comeu sua mãe, sem camisinha, e não pagou… pai.
Théo (P): E então, o sexo com os entrevistados foi bom? Pergunta com cunho jornalístico, não quero saber a resposta. Vou ali dar uma volta enquanto você fala aí, com os leitores.
Atillah (R): Infelizmente esse negócio de escrever na internet ainda não me trouxe experiências sexuais do tipo que interessam: as presenciais. Sexo virtual com a Bel e com as mães de TODOS VOCÊS não conta, ou conta? Mas estou trabalhando nisso, e um dia a gente escreve um manual “Escrevendo mal, comendo gostosas e influenciando pessoas”. Aproveito o assunto pra dizer ao Luke, nosso querido fujão de entrevistas, que eu dispenso sexo virtual com ele, já que ele tem o péssimo hábito de tatuar na bunda o nome das pessoas que ele gosta. Eu não quero meu nome na bunda dele. Aliás eu não quero nada meu na bunda dele. E nem na minha. Ok, isso já foi longe demais.
Atillah (P): Nós sempre nos fodemos no AOE por escrever sem nenhum tipo de restrição, e colocando exatamente o que a gente pensa nos nossos textos. Mas parece que você é o que MAIS se fode, já que vários dos seus textos são notórios por causar polêmica entre os leitores. De onde vem essa vontade louca de deixar as outras pessoas putas da cara, desequilibradas e falando besteira achando que nosso site é o site da Folha?
Théo (R): Cara, sabe quando você vê que a sua opinião é completamente o OPOSTO das pessoas ao seu redor? Eu sempre fui de não economizar palavras. Mas não é sadismo: é sinceridade. Porém, sinceridade em um site de humor ácido não róla. Então, o jeito é expor o que eu acho e EXAGERAR, afinal, o engraçado MESMO é ver os putos… putos. Cara, não dá pra agradar todo mundo e o Leef que o diga. Enquanto umas pessoas riem do que a gente faz, outras levam a sério a ponto de quererem ARGUMENTAR. Tipo, eu me AFOGARIA em um decote, e fazer uma coluna contradizendo essa opinião foi foda. Só queria um texto engraçado e incomum, e é aí que tá: realmente, eu prefiro cofres a decotes. Mas não dava pra escrever Só sobre aqueles vestidos com um BURACO nas costas, e não existiria piada se eu elogiasse decotes. O mesmo se encaixa, fugindo do humor, na questão da “polêmica”: cutucar o que todo mundo gosta. E demora MUITO pra alguém perceber que eu, você, entre outros membros com humor ácido no site, só queremos falar o que a gente pensa. E, quando possível, ridicularizar algo bem visto pela… sociedade. É tudo piada e ninguém se toca, incrível.
Théo (P): Mr Manson e Marco Aurélio nos deixaram no vácuo, cara. A Alê nos enrolou. O Luke é TANGA! Tipo, isso é algum sinal de que a gente deve parar de entrevistar ou só comprova a teoria de que TODO MUNDO é PUTO?
Atillah (R): Bom, que todo mundo é PUTO é fato que nós descobrimos muito cedo. E também é fato que a gente deveria parar de entrevistar e tomar mais cerveja no tempo que a gente gasta com isso. Se bem que eu sempre tomo na edição… você entendeu. Eu só não paro de fazer essa merda porque me divirto pra cacete colocando as pessoas em momentos constrangedores. A gente devia é transformar essa bosta num PODCAST, pros caras não terem tempo pra pensar antes de responder.
Atillah (P): Cara, a Mari Moon tá na MTV, a Dani saiu na Playboy e o Théo é Tanga. Quanto tempo você acha que vai levar até o SBT contratar a gente como roteiristas da “Praça é Nossa”?
Théo (R): Porra, quando o Sílvio Santos tiver muita grana. Porque vai ser uma falência irreversível.
Théo (P): Sobre sua participação no AOE, é notável que você tem um estilo que sempre diz “foda-se, isso é o que EU acho”. Dificilmente você parte pro lado técnico da coisa, deixando de apontar fatos pra apontar opiniões. Textos técnicos não fazem falta quando a opinião é HUMANA? Já passou da hora de sites como UOL, Terra e Capricho ACEITAREM que crítica que é crítica é SINCERA?
Atillah (R): “Capricho” foi foda. Mas eu concordo que todos eles são uma bosta. Esse negócio de ficar dando notícia impessoal já não interessa pra mais ninguém, principalmente num site como o AOE. Eu leio muito sobre vídeo-games na internet, e sempre falo que meu site preferido é o www.destructoid.com, justamente porque TUDO que eles falam é parcial, opinativo e distorcedor dos fatos. É isso que me interessa ler: PESSOAS falando sobre o que acontece, e não ficar lendo porra de press release feito por estagiário mal-pago que só faz control/c e control/v da Reuters. E é por isso que escrevo do jeito que escrevo e sempre estimulo nossos estagiários no AOE a encontrarem seu próprio estilo de escrita também.
Atillah (P): Você sabe que o meu lema na vida sempre foi: “o que importa mesmo nessa vida é comer alguém”, que aliás você já saiu repetindo por aí. O que você está fazendo pra que a gente consiga aumentar o número de mulheres escrevendo no AOE, já que isso é uma demanda popular e mais importante: uma demanda minha? Quando eu vou ganhar o meu sofá pra fazer o teste do sofá com todas elas?
Théo (R): Eu aprendi muita coisa com o povo desse site, notável. Outra frase marcante, “desligue seu cérebro e divirta-se”, ou algo do tipo, foi com o Santhyago. Também aprendi que a Deborah tem o cérebro INEXISTENTE, e é IMPOSSÍVEL fazer o vácuo cerebral dela funcionar. Já sabemos que isso é um padrão feminino, e é por isso que é realmente difícil trazer mais mulheres para o site. Mas já estou planejando algo melhor: Ao invés de “faça um teste para entrar pro AOE”, “faça um teste pro AOE entrar em você”.
Théo (P): Cara, algum leitor te persegue? Cê sabe que, além de TODOS os nossos leitores, alguns me perseguem mais. E outra, na sua opinião, qual leitor tá contribuindo mais com o site ao longo desses seis meses? E o Frederix, passaram ele mesmo? JÃO, FOI VOCÊ?
Atillah (R): Frederix entrou para a história como o primeiro comentarista a dar apoio pro AOE cara. Ele carregou nas costas a seção de comentários nas primeiras semanas do site; não é á toa que ele morreu com o esforço. Pelo menos nós eternizamos o cara dando a honra dele ser o primeiro a levar o Supositório.
Sobre os perseguidores, ninguém me persegue porque eu não sou de dar condição pra vagabundo ficar me enchendo o saco nos comentários. O que eu tenho sim é um bando de leitores e comentaristas fiéis na coluna Nerd-o-matic, mas são nomes demais pra ficar lembrando aqui agora. Aliás, me surpreendi com o nível da galera ao começar a escrever, desde o conta-gotas do “Você sabe por que velho não joga”? Não ligo muito pra opinião alheia, mas gosto de ver a galera participando e muitas vezes contribuindo com as discussões. No caso da “série” sobre pirataria por exemplo,os comentário foram essenciais pra elaboração dos textos posteriores. Pra mim esse é o leitor que mais contribui com o AOE: o que entende as piadas (e que entende que quase tudo que nós fazemos é piada) entra na jogada e bota nos comentários alguma contribuição pro assunto. Ou pelo menos bota uma boa piada. De preferência zoando você.
Atillah (P): Meu, você demorou um caralho de tempo pra ouvir minha sugestões e finalmente deixar o AOE com um layout decente. Por que você é tão teimoso e demora tanto pra aceitar que eu estou sempre certo sobre o site? Ou então vai dizer que você pegou a grana do ad-sense, deu pra um profissional da área, depois usou a grana pra tomar cerveja e o cara lá disse pra você fazer exatamente o que eu falava?
Théo (R): Porra, eu já tava planejando um layout novo mas tava absurdamente sem tempo, tendo em vista que eu tive que fazer os textos que VOCÊS não fizeram. Não que isso tenha mudado agora, mas a cada dia eu conseguia deixar o layout 0,3% completo. Dia 30 chegou ao 100% e, se eu não me engano, isso dá MAIS que 6 meses.
Théo (P): Cê acha que a gente ainda vai conseguir deixar alguém puto com o Supositório? Tirando nós mesmos.
Atillah (R): Acho que não cara; todas as bonecas que nós entrevistamos até agora ADORARAM levar o Supositório, já que são… bonecas. O único que fica puto mesmo com essa parada sou eu, que tenho que passar madrugadas editando as entrevistas e corrigindo os erros de português dos iletrados em quem nós enfiamos as entrevistas.
Atillah (P): Quando foi que você teve essa merda de idéia de transformar o blog em um site? Você não estava satisfeito com as sandices que você escrevia sozinho e resolveu chamar mais um bando de desajustados para formar sua própria versão online dos Alcoólatras Anônimos?
Théo (R): Foi quando eu pensei em um layout totalmente foda, com cara de portal. Ou seja, eu iria adaptar o AOE ao layout, e não o contrário. Sempre fui obcecado por música e tava começando a entender um pouco sobre cinema, e também tava afim de ganhar uma graninha na internet. Então, fiz um esboço do que seria o projeto no Word e lancei pra três putos: Sob, o leitor mais assíduo E amigo; Neto, hoje apenas um AOE Blog; Fronga, um cara que poderia dar conta da área nerd do site. A princípio, o site seria dividido em três partes: Em uma, o que já é hoje, mas BEM menor; em outra, coisas relacionadas a wordpress e afins; e, por último, uma área profissional sobre publicidade e construção de sites. Seria a área que daria grana, realmente, mas olha a merda que isso ia dar. Seria como você entrar numa mecânica pra pedir pro açougueiro fazer um ARMÍRIO pra você. Depois de um tempo, deixei isso de lado e pensei só na área de entretenimento. Mas eu tava tão desanimado com o blog que deixei o projeto mofando e fechei o blog. Esse novo layout do AOE nada mais é do que uma homenagem áquele que eu tinha em mente.
Théo (P): Cara, a boiolosfera é um saco. Porém,a gente conseguiu (e consegue), com o Supositório, mostrar que ainda existe puto que se preze por aí. O Knuttz e sua entrevista acima das expectativas, mostrando ser um cara que SABE o que faz e que não tem o nariz empinado pra negar um Supositório. Nem eu acredito que a gente conseguiu uma entrevista tão boa. Ivo Neuman abrindo o coração em uma das entrevistas mais longas e envolventes da história. Raphs em uma das entrevistas mais hilárias de todos os tempos, mostrando que quem sabe fazer humor, LEVA e AGUENTA. Quantas entrevistas desse nível a gente vai conseguir daqui pra frente? Não tem mais NINGUÉM, véi.
Atillah (R): Eu acho que é hora de partir para supositórios maiores, em formato não-anatômico. A gente pega leve demais com esses putos. A gente devia entrevistar a Mari Moon agora, e ver se você realmente tem condições de ficar parecido com ela depois da operação. Será que ela também cata conchinhas? Eu também acho que putos como Mr. Manson devem entrar na mira. Esses caras precisam levar um Supositório para serem colocados no seu devido lugar.
Atillah (P): Apesar de tudo o AOE é um lugar legal. Eu me surpreendo de ver que já estamos chegando aos seis meses de atividades, e isso é mérito totalmente meu e do Piratão. E um pouco da Bel, que mesmo afastada do site, deixa a foto dos peitos dela pra animar a gente. Você acha que a gente consegue chegar em um ano de existência?
Théo (R): Se vocês não começarem a se desintegrar feito o personagem principal em A Mosca, é provável que a gente fique por aqui por… mais um mês. Porém, acho isso improvável, tendo em vista que um de nós tem o cérebro INEXISTENTE, daqui a pouco a gente descobre que a Bel foi feita com bexigas e… é claro, vamos furá-la.
Enfim, o site vai durar sim, e isso depende de cada um que tá aqui. Todo mundo entrou por livre e espontânea vontade, e espero que ninguém tenha entrado por entrar.
Théo (P): Como é entrar pra um site recém-nascido, quase sem perspectiva, “abandonando” a chance de se dedicar a um site que te PAGUE pra… JOGAR? Cê é louco, cara?
Atillah (R): Ser pago pra jogar e escrever sobre isso foi uma experiência espetacular. No entanto, ainda era “trabalho”, e sujeito a todas as encheções de saco normais de um trampo normal. Na real eu fui obrigado a sair. Na média era mais legal que um trampo “normal”, mas ainda assim eu estava sendo tolhido no que eu mais prezo: a liberdade para escrever sobre o que eu quero e do jeito que eu quero. Foi por causa desse trampo que eu entendi que as reviews de jogos em grandes sites como UOL JOGOS e até nos internacionais como Gamespot, sempre devem ser vistas com um pé atrás, porque é muito comum do cara ser obrigado a escrever pensando no patrocinador do site ou em uma propaganda paga de algum grande desenvolvedor de jogos. É um negócio comercial, e como em todo negócio, o dinheiro vêm em primeiro lugar e as pessoas vêm depois. No AOE eu sempre tive liberdade para fazer do meu jeito, e acho que assim fica mais fácil de atingir os leitores e os seus interesses.
Atillah (P): O Théo é tanga? Discorra sobre o assunto com exemplos.
Théo (R): Cara, confesso que, mesmo se eu fosse um PIRATA, depois do vídeo do Santhyago, eu não tenho escolha. Aquilo foi uma obra prima, dá gosto de ser chamado de TANGA. Não que eu realmente enxergue o mundo com os mesmos olhos do Eric e do Clodovil, mas veja pelo lado bom: Bogart é TANGA! Logo, eu estou no mesmo nível comparativo de um ASTRO COMEDOR de Hollywood. Morto.
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